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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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AS FRONTEIRAS MAIS ESTRANHAS DO MUNDO

Mäyjo, 22.07.17

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A Islândia extraterrestre

Mäyjo, 16.06.17

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As fotografias desta galeria, da autoria de Ransom Riggs, já têm seis anos. No entanto, não é crível que a Islândia tenha mudado assim tanto para que elas deixem de ser actuais. Ainda assim, a Islândia é um território relativamente novo em relação ao resto do mundo, que ainda está a ser moldado das suas formas primordiais que foram responsáveis pelas paisagens do resto do mundo: o fogo e o gelo.

 

Um exemplo: o glaciar Vatnajokull é reponsável por 10% da massa territorial do país – é tão grande que, tecnicamente, é considerado uma calota polar. Por outro lado, as placas tectónicas americana e europeia encontram-se na Islândia, um país com mais de 130 vulcões.

Habitada apenas durante o século XIX, a Islândia já foi assolada por dezenas de grandes erupções – muitas delas dizimaram a população. Na verdade, a quase todos os minutos do dia há um sismo algures no país.

Sendo uma das nações menos densamente habitadas do mundo – tem apenas 320.000 habitantes, sendo que, destes, três quartos vive na capital, Reykjavic – ela tem uma imensa variação geográfica. Grande parte do país ainda está no seu estado selvage.

Como explica Riggs, o país tem uma paisagem extraterrestre para os cânones terrestres. Foi este retrato que Riggs publicou no Mental Floss em 2011. Este e outros trabalhos de Riggs podem ser vistos no seu site.

 

Pirâmide do Louvre

Mäyjo, 04.04.16


Louvre Pyramid (Pirâmide do Louvre)

Paris, França

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48.860854 ° N 2.335812 ° E

A entrada para o Museu do Louvre em Paris, França é uma pirâmide de vidro e metal, projetado pelo arquiteto I. M. Pei. A estrutura atinge uma altura de 21,6 metros e tem uma base quadrada de 35 metros. Os visitantes entram através da pirâmide, descem para o hall de entrada, e depois voltam a subir nas asas do museu.

Macaronésia.

Mäyjo, 01.10.15

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Área biogeográfica, constituída pelos arquipélagos dos Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde, tendo em conta a riqueza e particularidade dos seus recursos botânicos.

De etimologia grega (makáron = felicidade, nésoi = ilhas), foi utilizado pela primeira vez pelo geólogo e botânico inglês Philip Baker Webb.

Presentemente, a extensão geográfica desta região encontra-se alargada a um enclave continental do litoral noroeste africano, desde Marrocos até ao Senegal. Este alargamento é baseado num conjunto de evidências de flora e fauna que relacionam, de um ponto de vista biogeográfico, os arquipélagos da Macaronésia (nomeadamente as ilhas ocidentais das Canárias) e o respetivo enclave continental.

A MAIS BONITA AUSTRÁLIA QUE ALGUMA VEZ VERÁ

Mäyjo, 04.08.15

Um dia, Julie Fletcher fartou-se. A fotógrafa australiana de 42 anos deixou a grande cidade – Sydney – e instalou-se numa pequena comunidade, a 20 quilómetros da civilização. Mas Fletcher não passa muito tempo no sul da Austrália, onde oficialmente agora mora, preferindo viajar pelas zonas mais recôndidas do país.

Segundo Fletcher, esta mudança teve origem numa relação falhada, mas era algo que já ambicionava há algum tempo. “Estava numa relação destrutiva, o plano passava por viajar depois de acabar os estudos de fotografia comercial”, explicou Fletcher ao Daily Mail Australia.

No entanto, viajar pelo desconhecido tornou-se um trabalho a full time, e as suas fotos acabaram por se tornar conhecidas pela sua grande beleza.

Durante este tempo, a fotógrafa chegou a viver durante três meses no lugar de Uluru, sagrado para os aborígenes. No entanto, nem tudo são rosas. Fletcher diz que sabe que estes lugares desconhecidos da Austrália são perigosos e contou várias aventuras que lá passou [em inglês].

 

Veja algumas das belas fotos da Austrália desabitada.

A bela Austrália - parte I

 

Austrália, a bela - Parte II